O Colégio Pedro II deu um passo importante rumo à sustentabilidade. No dia 3 de julho, teve início o processo de instalação de usinas de energia solar fotovoltaica nos campi da instituição. O primeiro campus beneficiado pelo projeto foi o Humaitá I. O cronograma de instalações segue ao longo dos meses de julho, agosto e setembro e irá contemplar os campi Tijuca I, Niterói e Duque de Caxias.
A iniciativa faz parte do compromisso da Reitoria com a preservação do meio ambiente e a eficiência no uso dos recursos públicos. A energia solar, gerada a partir da luz do sol, é uma fonte limpa, renovável e silenciosa, que trará economia, autonomia e benefícios ambientais.
Com um investimento de R$ 3,1 milhões, com recursos orçamentários de emendas parlamentares da Bancada Estadual do Rio de Janeiro e do deputado federal Tarcísio Motta, as usinas devem produzir, juntas, cerca de 66.620 kWh/mês, o que representa uma economia média de R$ 36 mil reais por mês nas contas de energia elétrica. O retorno desse investimento é estimado em 7 anos, com garantia de operação dos sistemas por 25 anos.
A escolha dos campi para esta primeira etapa do projeto priorizou locais com menor custo de instalação e menos recursos orçamentários disponíveis, além dos telhados em condições para instalação. Até o final de 2025, há a previsão de que os campi Engenho Novo I e II também sejam contemplados pela iniciativa a partir dos recursos já destinados à instituição. Para 2026, o objetivo é captar novos financiamentos para expandir o projeto para todos os campi do CPII.
Diretoria de Comunicação do Conif
Texto: Seção de Comunicação Social do Colégio Pedro II